Eu queria entender e acreditar que quem ama também erra, que quem ama fere, faz chorar, faz sofrer, e não só por coisas benéficas, mas por injustiças e ingratidão também.
O amor é perfeito, sim, eu sei. Não se porta indecentemente. Mas e quem ama? A pessoa que ama... Esta não é perfeita. Está sujeita ao erro e ao pecado tanto quanto quem não ama. É muito complicado.
O Fulano diz que ama Ciclana, que só tem olhos para Ciclana, que Ciclana o completa totalmente, que apesar dos pesares é com Ciclana que ele quer passar o resto de sua vida.
Fulano, enfim, sela um compromisso com Ciclana, e depois de algum tempo lembra e sente saudades de seu passado. Um passado que, segundo ele – Fulano-, foi perturbado e com um final indesejável e mal-resolvido, ao lado de Beltrana. Beltrana o traiu, o ofendeu, mentiu para ele, o fez sofrer, o trocou por prazeres carnais passageiros, o agrediu, o ignorava, etc e tal. Mas ainda assim, ao lado de Ciclana, Fulano fazia elogios à desprezível e saudosa Beltrana.
Certa noite, na véspera de uma viagem com Ciclana, Fulano ficou em dúvida sobre o que queria de sua vida, e com quem queria construí-la e vivê-la: Ciclana ou Beltrana. Ao contrário de Beltrana, Ciclana tratava Fulano bem, o apresentou pra sua família, o incluía em seus planos, lhe presenteava, orava por e com Fulano, fazia de tudo para aumentar o ego de seu companheiro, ouvia (incontáveis) desaforos dele, se chateava, mas o perdoava, porque acreditava em uma mudança pequena. Afinal, havia pedido sinais a Deus sobre continuar ou não aquele relacionamento, e todos os sinais apontavam para a permanência. Se eram reais ou balelas aquelas provas, só Ele mesmo sabe. Como fruto daquela dúvida que o perturbava, ele resolveu passar a noite com Beltrana.
Saiu de sua casa à 1 da manhã, dirigiu-se com seu carro à casa de sua ex, Beltrana, afim de a ver e ter certeza se era dela seu coração. Foi e chegou lá. Quando Fulano viu Belrana, na hora percebeu que não era. Mas por via das dúvidas preferiu ficar. Foi beijado, conversou com Beltrana, relembrou as mágoas do passado, navegou na internet, e resolveu dormir no chão. Já era tarde pra ir embora, o sono era insuportável, sua mãe brigaria com ele ou desconfiaria de uma de suas mentiras inventadas se ele voltasse aquela hora para casa. Nem lembrou que havia supermercados com estacionamentos que funcionam 24 horas por dia, sem taxa adicional pela vaga ocupada por seu carro. Teria que se encontrar com Ciclana às 5, e já era 3 e meia da manhã. Passou a noite dormindo e acordando. Saiu de lá às 7, ou 8, ou 9. Depois voltou para casa de sua mãe, para quem inventou mais uma mentira.
Ciclana havia o esperado até às 7 no portão de sua casa, para juntos irem a um culto evangélico. Fulano não apareceu. Ciclana nem imaginava o que se passava. Se soubesse que Fulano havia passado a noite dormindo, acordado, cochilando, sendo beijado, e ainda no chão da casa de Beltrana, talvez teria tido um enfarte.
Algum tempo depois, por uma série de contratempos, Fulano e Ciclana precisariam mudar o horário de seus encontros. Fulano havia decidido que sairia com outras Beltranas, com Tetranas que davam em cima dele, a despeito do que Ciclana pensasse e dissesse. E o fez. Depois disso confessou para Ciclana que seu amor por ela já havia se esfriado, que não sentia mais saudades dela, que não tinha mais um interesse real e intenso de casar com ela. Ciclana chorou.
Cansada, se sentindo traída e tratada com ingratidão, frieza, e como um lixo, deu término ao relacionamento. Naquela noite, já solteira, procurou quem lhe desse carinho e atenção, achou 3 Tetranos, com quem passou a noite.
No dia seguinte, Fulano a procurou, e implorou entre sms’s e ligações que ela voltasse para ele. Ela aceitou, pois o amava.
Dois dias depois contou o que tinha feito em suas 24 horas de solteira. Fulano, inconformado, terminou novamente aquela historinha de que ambos achavam ser de amor. Mais tarde, ele, Fulano, contou tudo o que tinha feito um mês e meio atrás na casa de beltrana. Confessou também entre disfarces e voltas que Tetranas davam em cima dele mesmo, mas que ele era muito inocente, e nada tinha percebido.
Depois de tudo isso Fulano confessa que em praticamente nada deu valor à Ciclana, mas que a ama e que nunca duvidou de seu amor por ela, que ela é quem ele quer pro resto de seus dias, que tudo será diferente (igual ele falava em suas inúmeras brigas com ela quando ainda estavam juntos). Diz que se sente magoado com o que Ciclana fez no seu brevíssimo tempo de solteira, e que o que ele fez com Beltrana foi pro bem deles.
Eu, particularmente, não acredito muito no Fulano. Não acredito no amor que ele diz ter por Ciclana, não. E se ama, esse seu amor é muito esquisito. Torno a me questionar: quem ama fere, faz chorar, faz sofrer? Quem ama faz seu amor se sentir pior que as piriguetes que caçam insaciavelmente nas baladas (fulano fazia isso!)?
Eu sei, eu creio, tudo vai passar, tudo se fará novo. Só espero que esse tudo não apague o valor de Ciclana, nem a faça cair em mais outra mentira e pseudo-conto-de-fada.
Força, Ciclana, Jesus está com você!
BASEADÍSSIMO EM FATOS REAIS
terça-feira, 2 de junho de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
Minha história perdida
“Quando penso em fazer o bem, o mal já pratiquei... Quando penso em fazer o bem, o mal já fiz...”
Meu sonho. Uma história. Um romance. Uma vida. Duas vidas. Nossa vida. Eu desperdicei.
Eu encontrei a felicidade, mas tinha que lutar por ela. Tentei, lutei, corri, chorei, vivi tudo da forma mais intensa possível. Mas cansei.
As palavras me machucaram, os gestos me feriram. Mas estavam cicatrizando. Jesus estava curando. Mas fui orgulhoso, fui ciumento, fui (ir)racional... Errei, pequei, fui contra meus ideais e contra minha própria personalidade. Foi tudo uma farsa. Eu vestia uma máscara para me sentir melhor, uma máscara que não me pertencia.
No desesperado desejo de fugir da realidade, me precipitei. Saí correndo, empurrando a todos, ferindo crianças, derrubando velhinhos. Só via aquele alvo, aquele invisível, perdido na escuridão, nas trevas. Adentrei aquele recinto, tateei o alvo. Nojento, podre, morto, imundo, contaminado. Era ali que eu estava. Longe da luz, longe do amor, longe da vida, na bifurcação do caminho do meu futuro: felicidade e fantasia. Esqueci o que era a felicidade. Estava lá, onde almejava, perdido no nada, escondido de tudo e todos, acabando com o resto da esperança. De todas as esperanças de todos.
Lágrimas jorram na esperança de lavar toda essa imundície. Já na luz, consigo enxergar quão podre estive. Preciso de Ti. Lava-me, purifica-me. Preciso de você... Dá-me a tua mão, segura firme, seja meu cordão de três dobras. Perdoa-me. Abraça-me. Esteja comigo até o fim dos tempos.
Estarei aguardando teu retorno. Maranata!
Não me abandones, noivo meu.
Sempre te amarei.
Meu sonho. Uma história. Um romance. Uma vida. Duas vidas. Nossa vida. Eu desperdicei.
Eu encontrei a felicidade, mas tinha que lutar por ela. Tentei, lutei, corri, chorei, vivi tudo da forma mais intensa possível. Mas cansei.
As palavras me machucaram, os gestos me feriram. Mas estavam cicatrizando. Jesus estava curando. Mas fui orgulhoso, fui ciumento, fui (ir)racional... Errei, pequei, fui contra meus ideais e contra minha própria personalidade. Foi tudo uma farsa. Eu vestia uma máscara para me sentir melhor, uma máscara que não me pertencia.
No desesperado desejo de fugir da realidade, me precipitei. Saí correndo, empurrando a todos, ferindo crianças, derrubando velhinhos. Só via aquele alvo, aquele invisível, perdido na escuridão, nas trevas. Adentrei aquele recinto, tateei o alvo. Nojento, podre, morto, imundo, contaminado. Era ali que eu estava. Longe da luz, longe do amor, longe da vida, na bifurcação do caminho do meu futuro: felicidade e fantasia. Esqueci o que era a felicidade. Estava lá, onde almejava, perdido no nada, escondido de tudo e todos, acabando com o resto da esperança. De todas as esperanças de todos.
Lágrimas jorram na esperança de lavar toda essa imundície. Já na luz, consigo enxergar quão podre estive. Preciso de Ti. Lava-me, purifica-me. Preciso de você... Dá-me a tua mão, segura firme, seja meu cordão de três dobras. Perdoa-me. Abraça-me. Esteja comigo até o fim dos tempos.
Estarei aguardando teu retorno. Maranata!
Não me abandones, noivo meu.
Sempre te amarei.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
E de repente as coisas deixam de ser o que eram. O tempo se torna uma mistura de eternidade e flashes reais. O coração domina a mente, cansada de tanto correr atrás de um sonho, um sonho de liberdade, liberdade de viver e expor o que sou... O que sou? Sou apenas resultado de uma corrida maluca contra a mesmice unificadora social.
*******
E de repente, e de repente, e de repente... É. O coração engana, Deus permite, e eu faço acontecer.
Deixei de ser igual, nasci para o universo do Eterno.
Quero descer no vale, subir a montanha, adentrar as cavernas, ser arrebatado ao sétimo céu, estar debaixo das asas, voar nas asas do vento. Quero conhecer, descobrir, protagonizar e escrever a história que poucos figuraram. O final feliz já está escrito pelos dedos do Altíssimo. Ele também determinou o enredo. Foi tudo mais ou menos assim:
'Era uma vez o menino. O menino era normalzinho, inteligente e, aparentemente, igual à maioria. Seria um verdadeiro adorador, levaria ao mundo a Palavra da verdade, curaria enfermos e no Nome Santo realizaria prodígios e maravilhas.' (chupa bala halls!)
Mas ele tinha três adjetivos danados: ele era ambicioso, hiperativo e inimigo de tudo o que é igual. Um dia ele cansou e resolveu ser diferente, ou melhor, ser ele mesmo, humano, feliz e cheio de falhas. Que merda... Se afastou de Quem não devia e conheceu o proibido. Mas por quê? Fazia parte do enredo...! Tudo estava pré-determinado. Mudar o imutável? Só o Autor pode fazer isso. Nada é por acaso.
Momento desabafo: Eu tenho um ódio tão grande da atitude desse povinho falso... A santa igreja de vestes beges, hipócrita, medrosa, mentirosa, atriz, preconceituosa, burguesa e volúvel. Cadê os meus pseudo-irmãos? Cadê os líderes que tanto apregoavam o amor e a santidade no meio dos jovens? Se afastaram tanto, com medo de se contaminarem com meus pecados, que os perdi de vista. Que Deus venha os ter.
"Senhor, estou aqui... Na batalha contra o mal... O mar está revolto... Com tua mão, segura bem a minha... Tem misericórdia de mim, eu não quero te entristecer pra sempre..."
Enfim, a história é linda, talvez inaceitável para muitos, porém imutável e excelente para Ele. Eu sou d'Ele. Então... Amém.
Perdoa as minhas ofensas e me ajuda a perdoar os que me ofenderam.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
O Deus de Leandro
Talvez seja coisa simples pra alguns, mas para mim teve grande significado e valia. Há três anos atrás prestei uma prova para o SENAI, concorridíssima aqui em minha cidade (SBC), devido a grande concentração de indústrias na região. Orei, me consagrei, estudei. Deus me deu a vaga no curso em 5° lugar, numa turma com direito a estagiar na FORD. Isso mesmo, Ford, empresa automobilística, a 3ª maior montadora do mundo. O salário comparado aos outros era de se admirar.
Quando Deus abençoa, Ele abençoa de verdade!
Passou-se o tempo e comecei a enfrentar alguns problemas pessoais. Com isso, fui perdendo o gosto pelo curso e acabando por relaxar, agindo insensatamente, acumulando várias faltas presenciais no curso. A escola reclamava comigo, com meus pais, mas nada adiantava, parecia que eu não tinha força nem ânimo pra vencer aquela dormência. A empresa finalmente chegou nos meus pais e me ameaçou de demissão por justa causa e não efetivação no término do curso. Com isso, todos já davam por certo meu fracasso, diziam que terminando o SENAI eu sofreria pra alcançar meus objetivos profissionais. Certo dia, na igreja, Deus usou um vaso na Palavra e disse tudo o que/e como eu estava passando. Tudo! O que eu dizia, como eu me sentia - foi maravilhoso! - e prometeu-me que homem nenhum tiraria o que é meu e que, logo, o segundo emprego, que era que estava no meu coração e no d'Ele, seria meu.
O SENAI terminou. Meu contrato venceu por volta do dia 1 de fevereiro/07. No dia 28/02/07 a Ford me ligou me chamando para a efetivação. Com oito meses e alguns dias fui promovido. Fiz a prova do ENEM e consegui, graças a Deus, nota aritmética de 83,5. No vestibular, consegui passar em 1° lugar no curso de Direito da UMESP, além de ter passado no vestibular unificado da PUC, também para Direito e na Mackenzie, a 2ª melhor faculdade de Direito do país.
Deus é Fiel!
Não conformado com minha vitória, o inimigo se aproveitou de algumas faltas e notas pendentes no ano passado, quando eu estava no 3° ano, para me prejudicar. Vários alunos com número de faltas além do limite e notas insuficientes para a aprovação, foram aprovados. Eu fiquei retido. Entrei com pedido de reconsideração, tentei entrar com recurso na Delegacia de Ensino; nada adiantou. Desesperei-me, vi um dos meus maiores sonhos sendo destruído e retardado. Mais uma vez orei a Deus, me consagrei e pedi uma intervenção divina. Balela!
O inimigo havia se esquecido que nosso Deus não é um serzinho limitado. Se o mar não quisesse se abrir, Ele me faria passar por cima dele. Quando eu me cansasse de andar, Ele prepararia um cruzeiro pra me levar e se o cruzeiro pifasse, ele mandaria a baleia. A última palavra era d’Ele, e Ele havia dito que a vitória era a minha.
Ele tem o melhor pros seus filhos... Se ele prometeu, Ele cumpre! Confie n'Ele!
Deus me enviou até um centro de cursos, onde o aluno fazia a prova na data em que se sentisse apto a fazê-la, obtendo seu diploma, no caso de aprovação, em 30 dias. O curso é aprovado pelo MEC e tem resultado publicado no Diário Oficial.
Conclusão:
Já estou matriculado e dia 12 de fevereiro inicio minhas aulas na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, considerada uma das 10 melhores faculdades de Direito do país. Quanto ao resto... Chamo de resto, mesmo.
Eu não creio num Deus fraco e que ignora seus filhos, deixando-os humilhados e confundidos. Eu creio num Deus que me responde e me guarda de todo mal.
Sou Protegido, querido de meu Deus!
Louvai ao SENHOR!
E esse ainda não é o fim, porque o melhor de Deus ainda está por vir...
Quando Deus abençoa, Ele abençoa de verdade!
Passou-se o tempo e comecei a enfrentar alguns problemas pessoais. Com isso, fui perdendo o gosto pelo curso e acabando por relaxar, agindo insensatamente, acumulando várias faltas presenciais no curso. A escola reclamava comigo, com meus pais, mas nada adiantava, parecia que eu não tinha força nem ânimo pra vencer aquela dormência. A empresa finalmente chegou nos meus pais e me ameaçou de demissão por justa causa e não efetivação no término do curso. Com isso, todos já davam por certo meu fracasso, diziam que terminando o SENAI eu sofreria pra alcançar meus objetivos profissionais. Certo dia, na igreja, Deus usou um vaso na Palavra e disse tudo o que/e como eu estava passando. Tudo! O que eu dizia, como eu me sentia - foi maravilhoso! - e prometeu-me que homem nenhum tiraria o que é meu e que, logo, o segundo emprego, que era que estava no meu coração e no d'Ele, seria meu.
O SENAI terminou. Meu contrato venceu por volta do dia 1 de fevereiro/07. No dia 28/02/07 a Ford me ligou me chamando para a efetivação. Com oito meses e alguns dias fui promovido. Fiz a prova do ENEM e consegui, graças a Deus, nota aritmética de 83,5. No vestibular, consegui passar em 1° lugar no curso de Direito da UMESP, além de ter passado no vestibular unificado da PUC, também para Direito e na Mackenzie, a 2ª melhor faculdade de Direito do país.
Deus é Fiel!
Não conformado com minha vitória, o inimigo se aproveitou de algumas faltas e notas pendentes no ano passado, quando eu estava no 3° ano, para me prejudicar. Vários alunos com número de faltas além do limite e notas insuficientes para a aprovação, foram aprovados. Eu fiquei retido. Entrei com pedido de reconsideração, tentei entrar com recurso na Delegacia de Ensino; nada adiantou. Desesperei-me, vi um dos meus maiores sonhos sendo destruído e retardado. Mais uma vez orei a Deus, me consagrei e pedi uma intervenção divina. Balela!
O inimigo havia se esquecido que nosso Deus não é um serzinho limitado. Se o mar não quisesse se abrir, Ele me faria passar por cima dele. Quando eu me cansasse de andar, Ele prepararia um cruzeiro pra me levar e se o cruzeiro pifasse, ele mandaria a baleia. A última palavra era d’Ele, e Ele havia dito que a vitória era a minha.
Ele tem o melhor pros seus filhos... Se ele prometeu, Ele cumpre! Confie n'Ele!
Deus me enviou até um centro de cursos, onde o aluno fazia a prova na data em que se sentisse apto a fazê-la, obtendo seu diploma, no caso de aprovação, em 30 dias. O curso é aprovado pelo MEC e tem resultado publicado no Diário Oficial.
Conclusão:
Já estou matriculado e dia 12 de fevereiro inicio minhas aulas na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, considerada uma das 10 melhores faculdades de Direito do país. Quanto ao resto... Chamo de resto, mesmo.
Eu não creio num Deus fraco e que ignora seus filhos, deixando-os humilhados e confundidos. Eu creio num Deus que me responde e me guarda de todo mal.
Sou Protegido, querido de meu Deus!
Louvai ao SENHOR!
E esse ainda não é o fim, porque o melhor de Deus ainda está por vir...
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Ainda Estou Aqui
...talvez fosse final de fevereiro ou, quem sabe, início de março do ano da Queda do Muro de Berlim...
Com muita paixão, amores de um lado, mentiras de outro, prazeres de ambos, numa fusão carnal despidamente insensata o Criador resolveu agir. Ali se formava o homem-leão. O Protegido! Logo seria inaugurada a terceira geração da família Pinheiro. Que honra a deles!
Nos nove meses de gestação ele foi até filho de médico, depois do farmacêutico, depois do distribuidor, por fim do Zé e de Deus. Desmaios, sabonetes, areia, barracos, palavrões e tensão. Muita coisa pra mãe dele. Coitada, pensou que fosse estéril e deu no que deu. Pelo menos agora, sabia que era o Josimar quem tinha problemas.
26 de novembro, Pereira Barreto, aos 5 minutos de um novo dia, Dodô nascia.
Do primeiro ano, leves recordações de um urso laranja, um tanquinho e um aniversário em apenas dois cômodos na Rua Amazonas. Há também um retrato do menino com seus tios, Guinês e Geninho: calça pula-brejo, bermuda xadrez, camisetas e macacão azuis, este era o figurino dos que estavam ao lado da casa em construção.
Cocô na praia, e a tia Sabranca chamando... disso ele lembra. Já estava quase com dois anos de vida. Era Bertioga.
“Sua mãe morreu!”, e quem quase morria era o menino de tanto chorar quando lhe contavam essa mentira, ou então, quando lhe mostravam o quadro do pescador.
Um bolo com a foto da Monica com o Cebolinha enfeitava a mesa da casa da Dona Liduina, no aniversário da Jéssica e do Leandro, primos maternos. Eita, festa boa! Teve até fita gravada pra recordação.
Julho chegou, e com ele, um novo pai. Rogério. Este era gente chique. Tinha família educada e estudada. Tinha um baita Opala e uma moto vermelha nervosa!
Tarde do dia 31 e o menino não saía debaixo da mesa. Bom, estava decidido: ele seria parte da foto dos noivos. Que se danasse a oposição!
Pra finalizar o ano, nada pior que uma viagem ao Estado do padre Cícero. Quebrou o vidro do remédio, vomitou, xingou a avó... E sem sua mãe.
Conheceu a Prô Palmira, depois a Prô Débora.
Cresceu. Aprendeu a cantar Sê Valente, Chuvas de Graças e É o Tchan!, além dos Mamonas, claro!
Virou crente, depois aceitou Jesus.
Foi batizado com o Espírito Santo.
Conheceu Jesus. Pregou. Foi tachado de pastorzinho.
Conheceu a Rádio Klave e Os Valentes de Josué.
Começou a fazer jogral com a turma da Fran.
Pregou mais um pouco e parou.
2002
Dois Mil e Três
“Quem era o Leandro?”
Esta era apenas uma questão de sua identidade.
Entrou para o Projeto Guri. Nesse mesmo período conheceu a história do Eduardo. Novos pensamentos, então, se formariam. Jordanu’s Calçados, seu novo e primeiro emprego.
SENAI – Serviço Entediante, Nocivo, Alienador e Insuportável
Ford, presente de Deus.
2006 – Dois Mil e Seis
Ano de tribulação, provas, descobertas, choro, decepções, renúncias, aprendizagem e amadurecimento.
Momento em que o menino viu seus melhores supostos amigos se afastarem dele em seu momento mais desolador. Aqueles que mal o conheciam se mostraram amigos, chorando, brigando, acertando e errando... Início de uma nova fase, a da tolerância.
2007 – Ano da Conquista
Ano de vitórias e muitas conquistas. Promessas se cumpriram e Deus agiu. O menino teve seu título legitimado e confirmado pelo Pai.
A Lydia o conheceu.
Nos trilhos de uma ORGANIZAÇÂO ele viu a hipocrisia. Pessoas de dupla palavra, outras que torciam pela sua desgraça. Ainda neste meio viu de perto a ditadura religiosa. Tolerância e respeito... Só excluído da mesma. Salva-se uma pouca meia-dúzia.
Mas foi liberto! Babilônia não era seu lugar.
Conheceu pessoas de todo tipo...
O tempo chegou, e uma nova fase iniciou-se.
O menino já é um homem.
*
A todos que contribuíram para meu crescimento e aprendizagem. Àqueles que, no momento de maior dor, estiveram ao meu lado, independente do que sou e como penso... Meu muito obrigado. Sou grato a vocês eternamente.
Acima, fiz um breve resumo de minha vida, desde a concepção até meus 18 anos. Está aí os fatos que mais me marcaram e colaboraram na minha formação.
Aprendi a ter personalidade e senso crítico. Deus me ensina a viver. A Ele, toda a adoração... Te amo, Jesus!
*
“Ainda estou aqui...
Depois de ter passado por vales e montanhas, por rios e mares, por covas tão profundas, pelo desprezo...
O meu preço? Era nada.
Ainda estou aqui...
Depois que acreditei que o meu Deus, que tanto amo estaria comigo na hora mais difícil.
E foi isso que aconteceu.
Anda estou aqui...
Posso gritar ao mundo que EU VENCI, passei por tudo!
Na minha vida o céu venceu e o inferno me perdeu...
Subindo a montanha, senti o amor de Deus.
Dentro do vale a Paz me alcançou.
Nos rios e mares não me afoguei...
Direi ao mundo:
AINDA ESTOU AQUI!
O diabo quis apagar as luzes do meu palco
Fechar minha cortinas, sem eu terminar meu ato
Minha história foi interrompida quando uma luz brilhou...
Tomou a minha mão e disse:
AQUI ESTOU!
Vou viver... O meu coração que pulsa diz que EU VOU VIVER!”
Obrigado, Jesus!
Com muita paixão, amores de um lado, mentiras de outro, prazeres de ambos, numa fusão carnal despidamente insensata o Criador resolveu agir. Ali se formava o homem-leão. O Protegido! Logo seria inaugurada a terceira geração da família Pinheiro. Que honra a deles!
Nos nove meses de gestação ele foi até filho de médico, depois do farmacêutico, depois do distribuidor, por fim do Zé e de Deus. Desmaios, sabonetes, areia, barracos, palavrões e tensão. Muita coisa pra mãe dele. Coitada, pensou que fosse estéril e deu no que deu. Pelo menos agora, sabia que era o Josimar quem tinha problemas.
26 de novembro, Pereira Barreto, aos 5 minutos de um novo dia, Dodô nascia.
Do primeiro ano, leves recordações de um urso laranja, um tanquinho e um aniversário em apenas dois cômodos na Rua Amazonas. Há também um retrato do menino com seus tios, Guinês e Geninho: calça pula-brejo, bermuda xadrez, camisetas e macacão azuis, este era o figurino dos que estavam ao lado da casa em construção.
Cocô na praia, e a tia Sabranca chamando... disso ele lembra. Já estava quase com dois anos de vida. Era Bertioga.
“Sua mãe morreu!”, e quem quase morria era o menino de tanto chorar quando lhe contavam essa mentira, ou então, quando lhe mostravam o quadro do pescador.
Um bolo com a foto da Monica com o Cebolinha enfeitava a mesa da casa da Dona Liduina, no aniversário da Jéssica e do Leandro, primos maternos. Eita, festa boa! Teve até fita gravada pra recordação.
Julho chegou, e com ele, um novo pai. Rogério. Este era gente chique. Tinha família educada e estudada. Tinha um baita Opala e uma moto vermelha nervosa!
Tarde do dia 31 e o menino não saía debaixo da mesa. Bom, estava decidido: ele seria parte da foto dos noivos. Que se danasse a oposição!
Pra finalizar o ano, nada pior que uma viagem ao Estado do padre Cícero. Quebrou o vidro do remédio, vomitou, xingou a avó... E sem sua mãe.
Conheceu a Prô Palmira, depois a Prô Débora.
Cresceu. Aprendeu a cantar Sê Valente, Chuvas de Graças e É o Tchan!, além dos Mamonas, claro!
Virou crente, depois aceitou Jesus.
Foi batizado com o Espírito Santo.
Conheceu Jesus. Pregou. Foi tachado de pastorzinho.
Conheceu a Rádio Klave e Os Valentes de Josué.
Começou a fazer jogral com a turma da Fran.
Pregou mais um pouco e parou.
2002
Dois Mil e Três
“Quem era o Leandro?”
Esta era apenas uma questão de sua identidade.
Entrou para o Projeto Guri. Nesse mesmo período conheceu a história do Eduardo. Novos pensamentos, então, se formariam. Jordanu’s Calçados, seu novo e primeiro emprego.
SENAI – Serviço Entediante, Nocivo, Alienador e Insuportável
Ford, presente de Deus.
2006 – Dois Mil e Seis
Ano de tribulação, provas, descobertas, choro, decepções, renúncias, aprendizagem e amadurecimento.
Momento em que o menino viu seus melhores supostos amigos se afastarem dele em seu momento mais desolador. Aqueles que mal o conheciam se mostraram amigos, chorando, brigando, acertando e errando... Início de uma nova fase, a da tolerância.
2007 – Ano da Conquista
Ano de vitórias e muitas conquistas. Promessas se cumpriram e Deus agiu. O menino teve seu título legitimado e confirmado pelo Pai.
A Lydia o conheceu.
Nos trilhos de uma ORGANIZAÇÂO ele viu a hipocrisia. Pessoas de dupla palavra, outras que torciam pela sua desgraça. Ainda neste meio viu de perto a ditadura religiosa. Tolerância e respeito... Só excluído da mesma. Salva-se uma pouca meia-dúzia.
Mas foi liberto! Babilônia não era seu lugar.
Conheceu pessoas de todo tipo...
O tempo chegou, e uma nova fase iniciou-se.
O menino já é um homem.
*
A todos que contribuíram para meu crescimento e aprendizagem. Àqueles que, no momento de maior dor, estiveram ao meu lado, independente do que sou e como penso... Meu muito obrigado. Sou grato a vocês eternamente.
Acima, fiz um breve resumo de minha vida, desde a concepção até meus 18 anos. Está aí os fatos que mais me marcaram e colaboraram na minha formação.
Aprendi a ter personalidade e senso crítico. Deus me ensina a viver. A Ele, toda a adoração... Te amo, Jesus!
*
“Ainda estou aqui...
Depois de ter passado por vales e montanhas, por rios e mares, por covas tão profundas, pelo desprezo...
O meu preço? Era nada.
Ainda estou aqui...
Depois que acreditei que o meu Deus, que tanto amo estaria comigo na hora mais difícil.
E foi isso que aconteceu.
Anda estou aqui...
Posso gritar ao mundo que EU VENCI, passei por tudo!
Na minha vida o céu venceu e o inferno me perdeu...
Subindo a montanha, senti o amor de Deus.
Dentro do vale a Paz me alcançou.
Nos rios e mares não me afoguei...
Direi ao mundo:
AINDA ESTOU AQUI!
O diabo quis apagar as luzes do meu palco
Fechar minha cortinas, sem eu terminar meu ato
Minha história foi interrompida quando uma luz brilhou...
Tomou a minha mão e disse:
AQUI ESTOU!
Vou viver... O meu coração que pulsa diz que EU VOU VIVER!”
Obrigado, Jesus!
sábado, 22 de setembro de 2007
Minha vida brasileira
O tempo passa e acontece. Junto a ele, fatos ignorantes que, com suas conseqüências, nos ensinam a viver. Viver com vida e saúde, viver com respeito e igualdade, viver com justiça e dignidade.
Não é mais novidade ter-se em palestras e eventos temas centralizados no aquecimento global e outras causas responsáveis pela degradação do planeta. O homem, por sua vez, ignora a gravidade do fato, finge dar ao assunto sua merecida importância, mas na execução da prática demonstra uma realidade bem diferente.
Percebe-se também que alguns homens deixaram de viver suas próprias vidas para seguirem estereótipos pré-moldados por mentalidades medíocres e limitadas. É o preconceito que se manifesta, taxando perfis que se diferenciam da maioria como a escória da sociedade. Nesse ínterim, a igualdade e o respeito virou lenda.
Há, ainda, um ponto fundamental a ser observado: justiça. É raro ver, hoje, a manifestação da mesma, e quando isso ocorre, festas de todos os tipos são realizadas e publicadas pela mídia e organizações como se não fosse algo de se esperar. O pior? A vergonha nasce no centro de nosso Governo, basta ouvir termos como "mensalão" ou simplesmente "senado" para ter-se uma noção da nojeira que estamos vivendo.
Conclui-se, portanto, que somente após cometermos inúmeras falhas é que aprenderemos a viver, ao invés de simplesmente existir. Isto é lamentável! Precisamos dar um basta a essa imoralidade social, extingüir essa passividade moral para que o mundo veja quem somos. Como alguém já disse, somos brasileiros e não desistimos nunca. Não desistamos, então, de aprender a viver e vencer, na identidade que nos pertence: Filhos do Brasil, Alunos do Progresso!
Não é mais novidade ter-se em palestras e eventos temas centralizados no aquecimento global e outras causas responsáveis pela degradação do planeta. O homem, por sua vez, ignora a gravidade do fato, finge dar ao assunto sua merecida importância, mas na execução da prática demonstra uma realidade bem diferente.
Percebe-se também que alguns homens deixaram de viver suas próprias vidas para seguirem estereótipos pré-moldados por mentalidades medíocres e limitadas. É o preconceito que se manifesta, taxando perfis que se diferenciam da maioria como a escória da sociedade. Nesse ínterim, a igualdade e o respeito virou lenda.
Há, ainda, um ponto fundamental a ser observado: justiça. É raro ver, hoje, a manifestação da mesma, e quando isso ocorre, festas de todos os tipos são realizadas e publicadas pela mídia e organizações como se não fosse algo de se esperar. O pior? A vergonha nasce no centro de nosso Governo, basta ouvir termos como "mensalão" ou simplesmente "senado" para ter-se uma noção da nojeira que estamos vivendo.
Conclui-se, portanto, que somente após cometermos inúmeras falhas é que aprenderemos a viver, ao invés de simplesmente existir. Isto é lamentável! Precisamos dar um basta a essa imoralidade social, extingüir essa passividade moral para que o mundo veja quem somos. Como alguém já disse, somos brasileiros e não desistimos nunca. Não desistamos, então, de aprender a viver e vencer, na identidade que nos pertence: Filhos do Brasil, Alunos do Progresso!
O Desafio de se conviver com as diferenças...
A intolerância às diferenças é, hoje, um dos principais motivos dos grandes conflitos existentes. Cor, religião e sexualidade são vistos por muitos como fatores justificáveis a ações preconceituosas e desumanas.
Percebemos que apesar de sua diminuição, o racismo ainda exerce grande influência na massa popular; muitas vezes camuflado em boa intenção, mas sempre degradando os bons valores. Isso não se restringe aos negros, cita-se de passagem o uso do sistema de cotas, direcionado aos mesmos, em grande parte das universidades brasileiras.
Vemos também a irracionalidade humana nas manifestações bélicas e terroristas quando o assunto é religião. Pessoas se acham capazes de impor credos, usos e costumes, transformando vidas livres em verdadeiros infernos.
Contudo, ainda que não pareça, o maior preconceito é direcionado aos gays, uma população alegre e inteligente. Seus gostos, atitudes e particularidades pessoais desencadeiam na camada ignorante um ódio mortal. Tudo, apenas por serem diferentes. Isto é um absurdo!
Portanto, a intolerância às diferenças, hoje, um dos principais motivos dos piores conflitos atuais, deve ser combatida com leis verdadeiras, por pessoas inteligentes e corajosas que valorizam o respeito e a igualdade social. Somente assim teremos paz.
Percebemos que apesar de sua diminuição, o racismo ainda exerce grande influência na massa popular; muitas vezes camuflado em boa intenção, mas sempre degradando os bons valores. Isso não se restringe aos negros, cita-se de passagem o uso do sistema de cotas, direcionado aos mesmos, em grande parte das universidades brasileiras.
Vemos também a irracionalidade humana nas manifestações bélicas e terroristas quando o assunto é religião. Pessoas se acham capazes de impor credos, usos e costumes, transformando vidas livres em verdadeiros infernos.
Contudo, ainda que não pareça, o maior preconceito é direcionado aos gays, uma população alegre e inteligente. Seus gostos, atitudes e particularidades pessoais desencadeiam na camada ignorante um ódio mortal. Tudo, apenas por serem diferentes. Isto é um absurdo!
Portanto, a intolerância às diferenças, hoje, um dos principais motivos dos piores conflitos atuais, deve ser combatida com leis verdadeiras, por pessoas inteligentes e corajosas que valorizam o respeito e a igualdade social. Somente assim teremos paz.
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